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sexta-feira, 23 de maio de 2008

Um desejo tornado realidade


Olá, eu sou a Helena e moro na Azóia.
Tenho um desejo: poder voar lá bem alto, no céu azul.
Certo dia aconteceu uma coisa muito estranha. Parecia que o meu desejo se tinha tornado realidade.
Estava a pensar como seria ter asas. Parecia que era uma magia! Seja como for, fui experimentar as minhas asas.
Naquele dia pude voar com os pássaros, com as gaivotas, ir até às nuvens brancas e até à lua brilhante.
Eu gostei muito de ter asas por um dia. Foi muito divertido voar pelo ar, pelas nuvens e pelo céu.


Helena (3.º ano)

sexta-feira, 9 de maio de 2008

O desejo do camponês

Era uma vez um pobre camponês que se chamava António. Ele desejava ter um animal mágico para o ajudar no seu trabalho.
O camponês tinha um velho amigo que era sábio. Um dia o seu amigo disse-lhe que iria encontrar um animal especial.
No dia seguinte, o António foi ter com os seus patrões e disse-lhes que precisava de ajuda e por isso tinha de ir à procura de alguém. Os patrões concordaram e ele foi a caminho da floresta.
No caminho ele encontrou uma fada e perguntou-lhe:
- Senhora fada, sabe onde posso encontrar um animal especial?
- Sim. Venha comigo.
Eles continuaram a viagem. Ao longo do caminho foram encontrando enigmas: papéis com códigos, pegadas estranhas e sons esquisitos. Com a ajuda da fada, o António descobriu o que estava escrito nos papéis.
O camponês chegou à floresta. Ia tão distraído a conversar com a fada que nem viu o que se passava à sua volta. De repente, apareceu um génio do mal e fê-lo seu prisioneiro. A fada, que era sua amiga, tornou-se invisível, agarrou na sua varinha mágica e libertou-o.
Como o António não encontrou o seu animal especial, resolveu voltar para casa. É perseguido por animais maus que o querem matar. A fada tornou-se de novo invisível e o camponês ficou assustado porque a fada tinha desaparecido. Os animais atacaram o pobre camponês. Nesse instante a fada fez perlim-pim-pim com a varinha mágica e os animais tornaram-se bons.
O António tinha encontrado, finalmente, os seus animais especiais. Levou-os para casa para o ajudarem no seu trabalho, no campo.



Bernardo, Bruno, Helena, Rita (3.º ano)

sexta-feira, 2 de maio de 2008

A máquina fotográfica

Num dia de Sol, um menino que fazia anos recebeu uma prenda. Esse menino chamava-se Pedro.
Ele estava todo contente por ser uma máquina fotográfica. Olhou para a máquina e viu que brilhava. Então, pôs-se a a tirar fotografias.
A primeira foi a uma flor. A segunda foi a uma borboleta. E na terceira, o rapaz pôs-se em cima de uma árvore, de pernas para o ar, a tirar uma fotografia a um lagarto.
Quando ia tirar a quarta fotografia, a máquina avariou. Ele tentou arranjá-la mas não conseguiu.
Quando chegou a casa, perguntou à mãe:
-Mãe, o que é que aconteceu à máquina?!
-Filho, essa máquina é de brincar!!
O menino começou a chorar. Nunca teve nenhuma máquina fotográfica a sério!

Filipe, André e Marco (4.º ano)

A corrida

Natalino era um carro de corrida. Era muito esperto.
Ele metia-se em muitas aventuras e nas corridas em que participava ficava sempre muito bem classificado.
Natalino era um carro forte, grande, muito habilidoso e tinha um agente. Esse agente convidou-o para uma corrida muito especial. Era uma corrida com 100 concorrentes e já só faltavam 3 dias!
Esse dia chegou. Apresentaram o Natalino :
- Chegou a hora. Vamos apresentar o último concorrente. Esse concorrente é da marca HONDA. É vermelho, tem rodas muito grossas e muito boas para este terreno. Chama-se Natalino. A corrida vai começar. 3... 2... 1... Começou!
O agente disse para o colega de trabalho:
- Olha, o Natalino chegou em primeiro!
- E aquele buggy veio a seguir...
Natalino foi para a sua garagem, muito bem acompanhado pela sua grande taça.

Filipe (4.º ano)