sexta-feira, 13 de junho de 2008

O roubo da maçã

Numa linda tarde de Verão, estava uma comerciante a vender maçãs, no jardim. Ela dizia:
- Quem quer maçãs? São a oitenta cêntimos o quilo.
Mas um rapazinho matreiro viu aquelas deliciosas maçãs, escondeu-se atrás da árvore, para ver quem se aproximava da banca.
Um cliente aproximou-se para comprar um quilo de maçãs. Enquanto a comerciante dava as maçãs ao cliente, o rapazito foi roubar uma maçã.
Quando ia a tirar uma maçã, as outras cairam mesmo em cima dele.
Tanto a mulher como o cliente, que era um polícia, viram o que se passava. O rapazito, que queria comer uma maçã, acabou por não comer nenhuma.
O rapazito ficou envergonhado e levou um raspanete do polícia.
Moral da história: Nunca se deve roubar nada.


Filipe e Ângelo (4.º ano)

O Unicórnio

Numa noite de céu a brilhar, um unicórnio muito triste passeava, procurando ajuda. Ele tinha caído e tinha-se magoado numa pata.
De repente, apareceu uma menina que se chamava Núria. Ela perguntou-lhe o que é que lhe tinha acontecido. Ele disse que tinha caído. A Núria levou-o logo para o seu celeiro, para tratar dele. Ela enrolou-lhe um lenço na pata e o unicórnio agradeceu-lhe.
O unicórnio disse-lhe que haviam de se encontrar quase todos os dias, porque ela o tinha ajudado. A partir daí nunca mais lhe faltou nada.
Passados dois dias, o unicórnio apareceu com um lindo príncipe. Eles apaixonaram-se e viveram felizes para sempre!

Rita (3.º ano)
Luana e David (4.º ano)

Visita ao Badoca Safari Park

Na quarta-feira, dia 4 de Junho, fomos ao Badoca Park. A partida foi às 8 horas e 30 minutos. Como não havia espaço para todos no autocarro, a Câmara Municipal de Sesimbra alugou um monovolume para irem algumas crianças. Fomos pela autoestrada, até Vila Nova de St.º André (Santiago do Cacém), porque era longe.
Nós chegámos lá eram 10 horas e 45 minutos. Estava bom tempo.
Fomos à casa-de-banho e lanchámos. Depois fomos ver os lémures de cauda anelada e de barriga vermelha a serem alimentados.
A seguir fomos fazer um passeio pedreste. Vimos tartarugas, burros, bois, éguas, vacas, araras, ovelhas, cabras de quatro cornos...
Depois fomos almoçar no parque de merendas. A nossa turma ocupou duas mesas. No fim, fomos um bocadinho ao parque. Lá, era tudo muito divertido!
Por volta das 13 horas e 30 minutos fomos fazer o safari. Passámos por uma ponte para irmos para o tractor com carruagens. Vimos avestruzes, tigres, girafas, veados, um porco espinho, búfalos, zebras, etc... Mas a meio do caminho a Diana ficou com falta de ar por causa do pó que o tractor levantava.
A seguir ao safari fomos ver o espectáculo dos novos animais domésticos. Quando terminou, fomos lanchar e comer um gelado.
Voltámos para o autocarro e para o monovolume, para regressarmos à escola.
Um colega saiu em Santana porque a mãe estava à espera dele, na paragem do autocarro.
Finalmente chegámos à escola e reparámos que o monovolume já se tinha ido embora, porque tinha chegado mais cedo.
Depois fomos todos para casa, muito contentes mas cansados.
Gostámos muito do passeio.

Helena (3.º ano)
Rita, André, João e Micaela (4.º ano)

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Pantufinha e White


Dia 4 de Junho eu fui a casa de uma senhora, na Cotovia, ver gatos para levar para casa. Eu escolhi uma gata branquinha, que estava em casa e o meu irmão escolheu outra gata branquinha, que estava na garagem.
No dia seguinte, tivemos de ir trocar a do meu irmão, porque estava sempre a morder à minha gata. Ela chama-se Pantufinha porque tem uma pata de cada cor. Agora o meu irmão tem o irmão da minha gata, que se chama White.
Eles dão-se muito bem.


Rita Conceição (3.º ano)

sexta-feira, 30 de maio de 2008

As provas de aferição

Foi fácil a prova.
Vamos ver qual é:
é a de Língua Portuguesa
sabes, é gira, até.
Tens de saber também
bem feita teve que ser.
Serve para ver,
verificar o que sabemos,
mostrar ao Ministério,
o que valemos.

Vamos à de Matemática.
Cálculos tivemos de efectuar.
Arejar as ideias é preciso.
Só temos que resolver,
ver atentamente a prova.
Vão dizer o que sabemos,
mostram se somos bons,
bons a valer.
Lêr a prova...
Vamos conseguir!


André, David, Rafael (4.º ano)

O juiz que partiu o nariz



O juiz que partiu o nariz
quando escorregou no chafariz
ficou mesmo muito infeliz.
Não partiu os dentes por um triz!
O juiz foi ao chafariz
encontrar-se com a Dr.ª Beatriz
para ela lhe tratar do nariz.
Viu ao longe um petiz
que trazia na sacola uma perdiz
O petiz era filho do juiz
e da doutora Beatriz.



Resultado da revisão colectiva do texto da Micaela (4.º ano)

As doenças

Quando ficamos doentes não gostamos
gostamos de doces que fazem mal
mal aos diabéticos e ao nosso corpo
corpo bom, mas que pode ter problemas.

Às vezes inventamos
inventamos que estamos doentes
doentes, com febre e dores de garganta
garganta que tem as amígdalas.

Em casa nós ficamo-nos a tratar
tratar do que temos.
Em casa ficamos a tomar medicamentos
medicamentos que não gostamos.

Ir ao médico ninguém gosta.
Saltar, pular e brincar
brincar com os amigos é divertido.


Rita Conceição (3.ºano)

As coisas iguais

A minha escola,
escola bonita
bonita como o céu,
céu azul.

Azul como a água,
água ao pé da areia
areia amarela,
amarela como o sol.

Sol que tem,
tem à sua volta,
volta, nuvem branca
branca como a neve.

Neve que cai,
cai no Pólo Norte,
Norte onde há pinguins,
pinguins brancos e pretos.

Tatiana (4.º ano)

A Primavera


A Primavera é bonita,
bonita e colorida
colorida, cheia de cores.
Cores bem vivas!

Na Primavera há calor,
calor que falta no Inverno.
Inverno frio,
frio e triste.

As flores aparecem
aparecem nos jardins.
Jardins bem verdes,
verdes e fresquinhos.

Os passarinhos cantam,
cantam e voam, alegres.
Alegres por estar sol,
sol bem brilhante.

Luana (4.º ano)

segunda-feira, 26 de maio de 2008

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Um desejo tornado realidade


Olá, eu sou a Helena e moro na Azóia.
Tenho um desejo: poder voar lá bem alto, no céu azul.
Certo dia aconteceu uma coisa muito estranha. Parecia que o meu desejo se tinha tornado realidade.
Estava a pensar como seria ter asas. Parecia que era uma magia! Seja como for, fui experimentar as minhas asas.
Naquele dia pude voar com os pássaros, com as gaivotas, ir até às nuvens brancas e até à lua brilhante.
Eu gostei muito de ter asas por um dia. Foi muito divertido voar pelo ar, pelas nuvens e pelo céu.


Helena (3.º ano)

As provas de aferição

As provas de aferição
causam grande sensação,
no nosso coração.
Ai, que aflição!

Coração a saltar,
bate sem parar.
Cabelos no ar
e eu a suar!

Acabei de sair,
para a escola ir.
Vou a sorrir,
não sei o que sentir.

Para a prova fazer,
tenho de ler e escrever.
É preciso saber ver,
para tudo aprender.

Luana, Rita, Filipe e João (4º. ano)

O que está na escola?

O que está na escola?
A fita cola.

O que está na sala?
Uma mala.

O que está na casa de banho?
Um rapaz a tomar banho.

O que está atrás do armário?
Um grande calendário.

O que está no campo de futebol?
Um caracol.

O que está dentro do estojo?
Uma pastilha que mete nojo.

O que está no jardim?
Um grande chimfrim.

O que está no quadro?
Uma igreja com um adro.

Luana e David (4.º ano)

sexta-feira, 16 de maio de 2008

sexta-feira, 9 de maio de 2008

O desejo do camponês

Era uma vez um pobre camponês que se chamava António. Ele desejava ter um animal mágico para o ajudar no seu trabalho.
O camponês tinha um velho amigo que era sábio. Um dia o seu amigo disse-lhe que iria encontrar um animal especial.
No dia seguinte, o António foi ter com os seus patrões e disse-lhes que precisava de ajuda e por isso tinha de ir à procura de alguém. Os patrões concordaram e ele foi a caminho da floresta.
No caminho ele encontrou uma fada e perguntou-lhe:
- Senhora fada, sabe onde posso encontrar um animal especial?
- Sim. Venha comigo.
Eles continuaram a viagem. Ao longo do caminho foram encontrando enigmas: papéis com códigos, pegadas estranhas e sons esquisitos. Com a ajuda da fada, o António descobriu o que estava escrito nos papéis.
O camponês chegou à floresta. Ia tão distraído a conversar com a fada que nem viu o que se passava à sua volta. De repente, apareceu um génio do mal e fê-lo seu prisioneiro. A fada, que era sua amiga, tornou-se invisível, agarrou na sua varinha mágica e libertou-o.
Como o António não encontrou o seu animal especial, resolveu voltar para casa. É perseguido por animais maus que o querem matar. A fada tornou-se de novo invisível e o camponês ficou assustado porque a fada tinha desaparecido. Os animais atacaram o pobre camponês. Nesse instante a fada fez perlim-pim-pim com a varinha mágica e os animais tornaram-se bons.
O António tinha encontrado, finalmente, os seus animais especiais. Levou-os para casa para o ajudarem no seu trabalho, no campo.



Bernardo, Bruno, Helena, Rita (3.º ano)

Ditos Populares

As aparências iludem.
Esta expressão quer dizer que não julgues pelo que vês. As pessoas podem não ser assim.

Nem tia nem meia tia.
Esta expressão quer dizer que uma coisa não tem remédio ou não existe outra maneira de fazer.

A avareza rompe o saco.
Esta expressão quer dizer que às vezes, por se querer muitas coisas, fica-se sem nada.

Dito e feito.
Esta expressão refere-se ao que é feito muito rapidamente, sem perda de tempo.

Assentar a cabeça.
Esta expressão significa actuar com seriedade e compostura.

Andar com a cabeça nas nuvens.
Esta expressão quer dizer estar sempre a sonhar, fora da realidade.

Ser um cata-vento.
Esta expressão significa ser uma pessoa que muda facilmente de opinião.

Eureka!
Com esta palavra costuma expressar-se a alegria de conseguir uma coisa difícil.

Ter más pulgas.
Esta expressão significa ser de carácter violento, ter mau-génio.

Atirar a toalha.
Com esta expressão diz-se abandonar uma actividado por cansaço ou incapacidade.


Trabalho de recolha

Luana (4.º ano)

Para o Dia da Mãe

A mãe é nossa amiga.
A mãe é uma mulher.
A mãe dá-nos conselhos,
é o que toda a gente quer.

A mãe faz o almoço,
a mãe faz o jantar,
comidas delíciosas
para eu saborear!!!

A mãe pode ser magra.
A mãe pode ser gorda,
mas o que não gosto nela
é quando me manda comer açorda.

A mãe é linda,
linda como uma flor
e eu não acho
que ela seja um horror.



Diana (4.º ano)

Que está?

-Que está na varanda?
-Uma fita cor de ganga.
-Que está na janela?
-Uma fita amarela.
-Que está no poço?
-Uma casca de tremoço.
-Que está na pia?
-Uma casca de melancia.
-Que está no telhado?
-Um gato pingado.
-Que está na chaminé?
-Uma preta a coçar o pé.
-Que está na rua?
-Uma espada nua.
-Que está atrás da porta?
-Uma velha morta.
-Que está no ninho?
-Um passarinho.
Luísa Ducla Soares



-Que está na varanda?
-A macaca malandra.
-Que está na janela?
-O gato Pimentela.
-Que está no poço?
-Um grande osso.
-Que está na pia?
-Uma garrafa vazia.
-Que está no telhado?
-Um gato arrepiado.
-Que está na chaminé?
-Um chimpazé.
-Que está na rua?
-Uma velha nua.
-Que está atrás da porta?
-A menina Carlota.
-Que está no ninho?
-Um macaquinho.


Luana (4.º ano)
baseado no poema de Luísa Ducla Soares

segunda-feira, 5 de maio de 2008